Quanto tempo eu não entro :c
só pra matar a saudade... foto atual do perfil do face u_u
Just a dream...
“Talvez eu saiba em algum lugar, no fundo da minha alma que o amor nunca dura. E temos que arranjar outros meios de fazermos sozinhos ou manter a cara séria. E eu sempre vivi assim. Mantendo uma distância confortável. E até agora eu jurei para mim mesma que era feliz com a solidão” — Paramore.
segunda-feira, 4 de março de 2013
sábado, 16 de fevereiro de 2013
terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013
A pessoa te magoa, te ilude, te machuca, te fode.
E depois pergunta porque você tá diferente. Ah, na boa... Vai tomar no cú.
domingo, 3 de fevereiro de 2013
“Você combinou de jantar com a namorada,
está em pleno tratamento dentário, tem planos pra semana que vem, precisa autenticar um documento em cartório, colocar gasolina no carro e no meio da tarde morre. Como assim? E os e-mails que você ainda não abriu, o livro que ficou pela metade, o telefonema que você prometeu dar à tardinha para um cliente? Não sei de onde tiraram esta ideia: morrer. A troco? Você passou mais de 10 anos da sua vida dentro de um colégio estudando fórmulas químicas que não serviriam para nada, mas se manteve lá, fez as provas, foi em frente. Praticou muita educação física, quase perdeu o fôlego, mas não desistiu. De uma hora pra outra, tudo isso termina numa colisão na Freeway, numa artéria entupida, num disparo feito por um delinquente que gostou do seu tênis. Qual é? Morrer é um clichê. Obriga você a sair no melhor da festa sem se despedir de ninguém, sem ter dançado com a garota mais linda, sem ter tido tempo de ouvir outra vez sua música preferida. Você deixou em casa suas camisas penduradas nos cabides, sua toalha úmida no varal, e penduradas também algumas contas. Os outros vão ser obrigados a arrumar suas tralhas, a mexer nas suas gavetas, a apagar as pistas que você deixou durante uma vida inteira. Logo você, que sempre dizia: das minhas coisas cuido eu! Que pegadinha macabra: você sai sem tomar café e talvez não almoce, caminha por 1 rua e talvez não chegue na próxima esquina, começa a falar e talvez não conclua o que pretende dizer. Não faz exames médicos, fuma dois maços por dia, bebe de tudo, curte costelas gordas e mulheres magras e morre num sábado de manhã. Se faz check-up regulares e não tem vícios, morre do mesmo jeito. Isso é para ser levado a sério? Morrer cedo é uma transgressão, desfaz a ordem natural das coisas. Morrer é um exagero. E, como se sabe, o exagero é a matéria-prima das piadas. Só que esta não tem graça!”
| — | Pedro Bial |
sábado, 2 de fevereiro de 2013
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